quarta-feira, 27 de abril de 2011

Para Olhar você

Colei você na cama de cima do meu beliche. Pra sonhar com você e sentir de novo o doce do nosso amor. Espero que dê certo, espero que toque pra mim nos meus sonhos e me coloque pra dormir. E quando eu acordar, espero ver você olhando pra mim, sorrindo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sobre o verbo perdoar

"O que tem de ser, tem muita força. Ninguém precisa se assustar com a distância, os afastamentos que acontecem. Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser. Acontece que entre o ainda-não-é-hora e nossa-hora-chegou, muita gente se perde. Não se perca, viu?"

Meu querido, Caio F.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Nada ficou no lugar...

"Let me hold you
For the last time
It's the last chance to feel again
But you broke me
Now I can't feel anything

When I love you
Rings so untrue
I can't even convince myself
When I'm speaking
It's the voice of someone else

Oh it tears me up
I try to hold on but it hurts too much
I try to forgive but it's not enough
To make it all okay

You can't play on broken strings
You can't feel anything
That your heart don't want to feel
I can't tell you something that ain't real

Oh the truth hurts
A lie's worse
How can I give any more?
When I love you a little less than before"

"...eu quero entregar suas mentiras"

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pequena, miúda, muda.

O que é que eu faço com essa dor? Ela é tão grande que ninguém consegue ouvir, porque ela me emudece, me esconde dentro de mim. Como entender o propósito de Deus se Ele me tirou tanto em tão pouco tempo? Enquanto pensei que tinha acabado Ele levou um outro pedaço de mim. E de que adiantou minha fé e minhas súplicas pra tudo não passar de um pesadelo, pra ela não ir? Mais uma vez Ele não me ouviu, não me deu trégua. Como não tem me dado trégua essa dor, esse vazio. E a cada anoitecer nessa cidade dela, eu lembro o quanto tudo mudou, o quanto eu queria perder, ou melhor, ganhar todas as minhas tardes com ela, mesmo que fosse pra ouvir as mesmas histórias, as mesmas queixas. O que eu faço com esse amor tão vivo? Não sei conjugar esse verbo no passado, como não sei entender você como algo que passou, se foi. Comecei a entender, embora tarde demais, porque você me amava tanto e não tinha vergonha alguma em falar isso: porque eu sou você, crescendo, amadurecendo, vivendo, ainda.

Te amo vivo, forte e sempre, vó.

sábado, 16 de abril de 2011

Saudade...

É um pouco como fome. Só passa quando se come a presença
Amooooooooooooor, to morrendo de saudade do seu cheirinho, do seu denguinho, do seu abusinho

=(